quarta-feira, 3 de junho de 2015

tipo, epifanias

hoje à noite, deu-me um género de uma epifania.
estava a precisar de arejar e resolvi fazer uma coisa que não costumo fazer sozinho depois das 22h da noite: ir passear sem destino e sem razão alguma. e fui.

and god, it was good.
fui buscar um 'guilty pleasure' (como eu gosto de chamar aos meus snacks) a um dos poucos sítios abertos e sentei-me à beira ria, num dos principais sítios de Aveiro, a contemplar a cidade na qual moro já vai fazer quase 7 anos. não me arrependo um segundo de ter vindo para aqui viver, mas hoje num olhar pensativo e sentido, comecei a falar comigo e sobre estava feliz do que o que tinha feito até hoje. e estou, mas o meu coração timidamente também interviu na conversa.

diz que quer mais, que devo fazer mais, que devo estar contente pelo que fiz, mas que devo almejar mais pois é essa a essência de um ser humano. pessoalmente, sinto que realizei até hoje alguns dos meus objectivos do meu ainda recente percurso. mas o facto de ter feito 25 anos a semana passada, leva-me a precipitar alguns pensamentos e a comparar as minhas conquistas de maneira sofrível.

'comparison is the thief of joy'
theodore roosevelt

embora não o deva fazer, foi inevitável e é gritante a vontade que tenho de subir patamares de sucesso. não sei se é isso que me irá ou não trazer felicidade, mas a necessidade estúpida de ir no rebanho destes life goals que nos impõem é muito forte.

posto isto, sinto que por melhores recordações e até oportunidades que Aveiro me possa trazer nos próximos dias, semanas, meses, irá ser difícil continuar porque a vontade de crescer não cabe só aqui.

vamos indo, vamos vendo.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

oh, how i wish!

estupidamente intemporal.
e DAMN! wish you were here
sitting by my side

sábado, 29 de novembro de 2014

all new level:

é bastante surpreendente que a pessoa que mais grita aos 4 cantos do mundo, que é open-minded e all-you-need-is-love consegue ser também a mais hipócrita.

a bem verdade não é novidade.
para algumas pessoas, amizades e relacionamentos são facilmente trocáveis (quais cromos!) e alimenta a outra parte com uma saudade que não é falsa no sentimento, mas é, na realidade, feita de vidro frágil... são pessoas que nos substituem facilmente! Pessoas que aclamam ser muito seguras de si, mas são seres sedentos de sociabilidade.

e, obviamente que me senti afectado, quando uma destas pessoas que me realmente me significou (e significa) elimina um foto de perfil comigo (e que me pressionou a ter uma igual, oh the irony). é certo que é algo volátil, mas é nestas pequenas coisas que as pessoas se revelam e é, magoado mas satisfeito, que sei que o que sinto por essa pessoa é também desprezo.

é um 'all new level' que descobri e que me dará um certo gozo em achincalhar.

so long...

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

working



há qualquer coisa nesta música,
e, claro, nesta cover da Ana Free.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

tese:

um teste à resistência de qualquer um.
um grito surdo que nem houve de ajuda.

por favor, acaba.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

habitué

a semana passada vi pela primeira vez os Quinta do Bill.
banda portuguesa que adoro desde miúdo. foi realmente uma excelente memória a guardar.

mais eu gostava de guardar...
tomara poder dizer-te sem medos que ainda és importante. que ainda quero que faças parte. que sinto conforme o primeiro dia.

na realidade:
"se te amo, se não (te) tenho..."

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

6

gostava tanto de hoje te dizer que já já vão 6.
infelizmente,  não posso dizer,
cabe-me imaginar os planos que hoje íamos fazer.



and who knows one day...
little monkey and little bear are back together.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

episódio 12318201419

e a maré cinzenta continua mais uma semana.
hoje vou registar a pior discussão que alguma vez tive.

o ensino do século anterior (sobretudo em colégios religiosos), em que os alunos eram reprimidos, torna as pessoas passivo-agressivas e mal ouvem uma opinião contrária à delas, são terrivelmente defensivas e desligam o bom-senso na totalidade. juntando a isto uma bela dose de repressão profissional com um trabalho 9 às 5 e é terrível

não consigo viver com uma pessoa que me sente em mim uma ameaça ao seu reinado.
neste momento, o objectivo é simples, desligar esta pessoa que não interessa, salvaguardando a relação das que nos são próximas (e as que mais quero o bem!)

a partir deste momento, there's no turning back
(até porque nem a um pedido de desculpas tive direito)